Grupo é preso por golpes simulando ser juiz

Polícia Civil prende três pessoas por golpes em Goiás. Grupo se passava por juiz e aplicava fraudes via pix.

Grupo é preso por golpes simulando ser juiz

Três homens foram presos durante a operação "Falso Juiz", conduzida pela Polícia Civil de Goiás, por suspeita de envolvimento em golpes virtuais que utilizavam o Pix como ferramenta para lesar vítimas. A ação foi realizada em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Nerópolis, desarticulando o esquema criminoso.

O grupo se passava por juiz de direito para contratar serviços e adquirir itens, utilizando comprovantes falsos de pagamento e induzindo as vítimas a realizar estornos. As investigações, iniciadas após uma denúncia em julho de 2024, revelaram a complexidade do esquema.

Investigação e modus operandi

O caso teve início quando um morador de Rio Verde/GO registrou boletim de ocorrência por fraude. A suposta autoridade judicial contratava serviços de transportes, apresentava comprovantes bancários forjados e, posteriormente, solicitava estornos por meio do Pix. Dessa forma, os valores eram transferidos para contas de terceiros vinculadas ao esquema.

Mediante a ação do Grupo Especial de Investigações Criminais, foram cumpridos 12 mandados judiciais, sendo três de prisão preventiva e nove para busca e apreensão domiciliar. Entre os itens recolhidos estavam celulares e cartões bancários, que passam por perícia visando identificar outros envolvidos.

Medidas judiciais e penas previstas

Além das prisões, o Judiciário determinou o sequestro de bens e o bloqueio de contas bancárias dos suspeitos. Os investigados responderão por estelionato qualificado por fraude eletrônica, segundo o art. 171, §2º-A, do Código Penal. Caso condenados, as penas podem variar, dependendo da gravidade e extensão dos prejuízos causados.

Prevenção contra golpes semelhantes

Casos como o da operação "Falso Juiz" evidenciam a importância de redobrar cuidados ao realizar transferências bancárias. Algumas dicas úteis incluem:

  • Confirmar a identidade de quem solicita transações financeiras;
  • Desconfiar de comprovantes recebidos por meio de mensagens ou aplicativos de mensagens;
  • Verificar com instituições financeiras a autenticidade de transações suspeitas.

A operação segue em andamento para apurar possíveis ramificações do esquema e identificar outras pessoas envolvidas na prática criminosa. Este caso reforça o alerta sobre a sofisticação de novos golpes digitais, que demandam atenção redobrada das vítimas e autoridades.

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Redação
Redação jornalística da Elias & Cury Advogados Associados.

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